domingo, 28 de agosto de 2016

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Releituras sobre a Independência do Brasil

                                                     Áurea Achila de Moura   8º 4




                                                       Bruno Oliveira Ferreira 8º 3



                                                Douglas Henrique Alves Marques 8º 4

                                                        
 
Gabriel Guimarães Matos 8º 3
 
 
João Henrique C. da Silva 8º 2
 
 
Ketlen Karoline de Paula Gomes 8º 1
 
 
Luan Ellyeser de Souza Melo  8º 4
 
 
 
Mariana Magalhães Rocha  8º 1
 
 
 
                                                      Roney Bruno Oliveira de Jesus  8º 1
 
 
 
 
                     
Yago       8º 5
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Período Regencial



Quando D. Pedro I renunciou em 1831, seu filho D. Pedro II tinha apenas 5 anos. Como uma criança não poderia governar o país, este foi comandado (até que D. Pedro II crescesse) pelos regentes.

            Inicialmente, eram três regentes escolhidos pelos deputados e senadores, dividindo o poder. Depois, o comando passou a ser de um único regente.

            Você se lembra de que, no Primeiro Reinado, D. Pedro I tinha um poder muito centralizado, isto é, possuía poderes ilimitados, o que o tornava até mesmo autoritário. Além disso, as províncias brasileiras que não pertenciam ao Sudeste reclamavam que pagavam impostos e as melhorias aconteciam somente no Rio de Janeiro e na região Sudeste.

            Com o objetivo de solucionar esses problemas, durante a Regência houve uma certa descentralização do poder político. Cada província poderia fazer suas próprias leis. Porém, os governadores das províncias continuaram sendo escolhidos pelos regentes. A lei que descentralizou o poder foi chamada de Ato Adicional e ocorreu em 1834.

            Nesse período havia três partidos políticos:

  • Os Restauradores ou Caramurus: composto por comerciantes e militares, queriam a volta de D. Pedro I ao poder.
  • Os Moderados ou Chimangos: formado pelos fazendeiros, principalmente do Sudeste, desejavam uma pequena descentralização no país.
  • Liberais Exaltados: constituído pelos latifundiários das províncias distantes do Rio de Janeiro, defendiam a grande descentralização do país. Apenas uma minoria dos Exaltados, aqueles apelidados de Jurujubas defendiam a abolição da escravatura e o sufrágio universa.

Durante a regência, explodiram várias rebeliões: a Cabanagem, no Pará, a Balaiada, no Maranhão; a Sabinada, na Bahia e a Farroupilha, no Rio Grande do Sul.

Observe que essas revoltas aconteceram justamente nas províncias distantes do Sudeste. Essas manifestações defendiam uma descentralização ainda maior e rejeitavam o voto censitário.

Em muitos momentos, quando a polícia era enviada para combater esses movimentos, ela se juntava aos revoltosos, uma vez que os policiais, assim como os manifestantes, também eram pobres e, por isso, concordavam com as reivindicações dos rebeldes. Desse modo, ao invés de combater a rebelião, os militares a fortaleciam.

Para evitar que essa situação continuasse ocorrendo, o governo regencial criou a Guarda Nacional. Esta era uma milícia formada apenas por homens ricos, os quais em virtude de não concordarem com as revoltas, não as apoiavam.

É preciso destacar que as rebeliões regenciais foram uma disputa entre as elites do Nordeste (que desejavam a descentralização do poder) e as do Sudeste (que queriam a centralização). O problema é que os grandes proprietários perderam o controle das revoltas. Para atender as camadas populares, o movimento se radicalizou. Isso desagradou bastante os latifundiários.

Os fazendeiros perceberam que eles tinham mais motivos para unir do que para se separar. Precisavam “chegar a um acordo” para salvar o latifúndio, a escravidão e a unidade nacional (já que algumas manifestações poderiam originar novos países como a Cabanagem e a Farroupilha).

Ao analisarem essa situação, eles chegaram a conclusão de que muitas dessas revoltas aconteciam porque o poder era descentralizado. Para combatê-las era preciso um poder forte. Essa centralização do poder é denominada de “Regresso Conservador”.

Mas, quem mandaria em nosso país? Seria necessário alguém que simbolizasse autoridade, que fosse respeitado por todos: o imperador. Porém, D. Pedro II tinha apenas 14 anos de idade. Para que ele pudesse mandar, embora não tivesse idade para isso, aconteceu o Golpe da Maioridade. A partir desse momento, D. Pedro II passou a governar o Brasil. 

1) Por que os regentes passaram a comandar o Brasil a partir de 1831?

2) O que foi o Ato Adicional?

3) Quais os partidos políticos existentes durante o Período Regencial? Que ideias eles defendiam?

4) Comente a seguinte afirmação: “A Guarda Nacional era composta somente por pessoas pobres”.

5) Explique o significado da palavra latifundiário.

6) Na opinião dos fazendeiros, qual era a causa das rebeliões regenciais?

7) O que foi o Regresso Conservador? Por que ele ocorreu?

8) Explique o que foi o Golpe da Maioridade.

9) Quem passou a comandar o Brasil depois do Golpe da Maioridade?

Primeiro Reinado

         

            Enquanto o Brasil pertencia a Portugal, seguia as leis portuguesas. Por isso, tão logo foi proclamada a Independência do Brasil, reuniu-se uma assembléia para fazer a Constituição de nosso país.

            Nessa época existiam três partidos políticos: o Português, o Brasileiro e os Radicais. O primeiro desejava que o imperador tivesse plenos poderes podendo governar praticamente sem nenhum limite. O segundo representava a maioria dos grandes proprietários. Aceitavam que o rei tivesse muitos poderes, mas queriam que os deputados tivessem algum controle sobre eles. Os últimos, por sua vez, queriam uma monarquia constitucional.

Quando percebeu que as leis elaboradas pela assembléia constituinte seguiriam as ideias iluministas e, portanto, limitariam o poder do rei, D. Pedro I fechou essa assembléia e ele mesmo elaborou a Constituição do Brasil que ficou pronta em 1824. Por esse motivo, a primeira Constituição do nosso país foi outorgada, isto é, o próprio governante foi quem fez as leis. Desse modo, nesse período houve uma grande centralização do poder.

Com o objetivo de aumentar o seu poder, D. Pedro criou um quarto poder: o Poder Moderador. Porém, na prática, era como se houvesse apenas um poder, pois tudo que o Executivo, o Legislativo e o Judiciário realizassem e o monarca não concordasse, seria desfeito.

Deve-se lembrar que, nessa época, o voto era censitário, ou seja, apenas os ricos votavam. Além disso, o voto era indireto. O eleitor que possuísse uma determinada renda anual, escolheria um representante que teria uma renda ainda maior e seria encarregado de votar para o eleitor.

 

A Confederação do Equador

            Nós já estudamos que desde a vinda da família real para o Brasil, o nordeste se sentia prejudicado, uma vez que pagava impostos que eram usados somente para melhorar o sudeste. Por isso, algumas províncias do nordeste, em 1817, tentaram formar um país independente e foram reprimidas.

            Muitos líderes da Revolução Pernambucana de 1817 voltaram a se reunir em 1824. Além dos latifundiários insatisfeitos com a centralização do Brasil, havia homens das camadas médias e populares que admiravam os princípios da Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade. Dentre eles estavam Frei Caneca e Cipriano Barata.

            As elites pernambucanas queriam que o senhor de engenho Manuel Pais de Andrade se tornasse governador. Mas, D. Pedro I insistiu em nomear um homem de sua confiança. A revolta estourou. De novo, o sonho das províncias nordestinas de Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba de se separarem do Brasil e formarem um novo país veio à tona. Essa nova nação se chamaria “Confederação do Equador”.

            As elites do sudeste, obviamente, não queriam perder um pedaço do Brasil. E mesmo no nordeste havia grandes proprietários rurais que preferiam continuar unidos ao governo imperial, pois ficaram apavorados quando o governo provisório da Confederação do Equador extinguiu o tráfico de escravos.

            D. Pedro I ordenou a repressão, e tropas terrestres e navios de guerra avançaram sobre Pernambuco. Recife foi bombardeada, incendiada e saqueada. O comandante naval, o inglês Cochrane, rumou para o Ceará para esmagar os últimos focos de rebelião. Vitorioso, aproveitou para tomar o dinheiro público do Ceará antes de fugir para a Inglaterra.

            Vários líderes derrotados foram executados pelo exército imperial. Frei Caneca foi condenado à forca. Mas nenhum pernambucano se apresentou para ser o carrasco. Então, ele foi fuzilado pelo pelotão.

 

A economia no Primeiro Reinado

             A situação econômica do nosso país era péssima. D. Pedro I pegou dinheiro emprestado do os banqueiros ingleses para poder pagar uma indenização a Portugal pelo fim domínio colonial no Brasil. Também gastou muito dinheiro com o exército e a marinha para combater os rebeldes do Brasil.

Endividado, o rei mandou fabricar moedas sem valor. Se a moeda estivesse marcada com um valor de 5 gramas de cobre, ela tinha sido feita com apenas 2 gramas do metal. Ou seja, ela não valia o que estava marcado em sua face. Por causa disso, alguns comerciantes nem queriam receber essas moedas. Então, aumentaram o preço, o que gerou inflação. A crise foi tão forte que o Banco do Brasil foi à falência.

            Para piorar , o país se envolveu na Guerra da Cisplatina. Quando D. João ainda estava no Brasil, ele enviou tropas para o território espanhol e incorporou a Cisplatina ao Brasil. O problema é que os cisplatinos não se sentiam brasileiros: falavam outra língua, o espanhol; tinham outros hábitos. Durante o Primeiro Reinado, a Argentina entrou em guerra com o Brasil com o intuito de tomar a Cisplatina. Porém, com o apoio da Inglaterra, a Cisplatina tornou-se independente com o nome de Uruguai.

 

A queda de D. Pedro I

            Diante, do autoritarismo político do imperador e da difícil situação econômica que o país vinha atravessando, os brasileiros estavam bastante insatisfeitas com o rei. Por esse motivo, em viagem a Minas Gerais, D. Pedro foi recebido com frieza. As pessoas fecharam as portas e janelas no momento em que o imperador passava pelas ruas para demonstrarem descontentamento.

            Na volta ao Rio de Janeiro, D. Pedro foi recebido com festa pelos portugueses. Os brasileiros reagiram. A briga foi tão feia que foi chamada de “Noite das Garrafadas”.

            Diante de tamanha impopularidade, o rei abdicou em favor de seu filho: D. Pedro II. O problema é que D. Pedro II tinha apenas cinco anos. Enquanto ele crescia, nosso país foi comandado pelos regentes (espécie de presidentes).

 

Exercícios

1) Qual o objetivo da criação da Assembléia Constituinte?

2) Explique quais eram os partidos políticos existentes no Primeiro Reinado e quais idéias eles defendiam.

3) Por que D. Pedro I criou o Poder Moderador?

4) Como eram as eleições durante o Primeiro Reinado?

5) Explique por que a Confederação do Equador praticamente foi uma continuidade da Revolução Pernambucana de 1817?

6) Como era a economia durante o Primeiro Reinado?

7) Por que houve o fim do Primeiro Reinado?

 

domingo, 30 de agosto de 2015

O Muro de Berlim

Como alguns alunos mostraram-se interessados pelo Muro de Berlim, acho que esse texto irá ajudá-los.


Capitalismo e Socialismo

Capitalismo
            No sistema capitalista, o objetivo da economia é fabricar produtos que serão vendidos. Por isso, o capital (dinheiro) é muito importante, pois é ele que permite a compra de mercadorias. O burguês é aquele que possui capital suficiente para montar uma empresa particular (privada). Aqueles que não dispõem de dinheiro para montar seu próprio negócio são obrigados a “vender” a sua força de trabalho. Tudo é comprado e vendido, inclusive a capacidade de trabalhar.
            É importante ressaltar que a burguesia, sempre que possível, amplia o seu negócio: substitui máquinas antigas por modernas. Assim, são produzidas mais mercadorias do que o necessário para o próprio consumo. Por esse motivo, a propaganda possui grande importância no sistema capitalista. Isto porque a função dela é convencer o comprador de que ele precisa de novos produtos, de mercadorias mais modernas, que são produzidas com uma tecnologia mais avançada. As propagandas têm tanta eficácia que muitas pessoas acreditam que o importante é aquilo que elas têm, o que leva muitos a comprar compulsivamente.
            Segundo Karl Marx – criador do socialismo – o Estado é o “Comitê Executivo da Burguesia”, isto é, os governantes defendem os interesses apenas dos ricos.
            Para Marx, o capitalismo é injusto porque só haveria um meio da burguesia lucrar: explorando a força de trabalho do proletariado. Ou seja, não existem bons ou maus patrões. O capitalista é obrigado a explorar seus empregados. Caso contrário, não terá lucros e irá à falência. Portanto, a exploração capitalista é inevitável.
            Para o autor de “O Capital”, o capitalismo também é irracional, pois milhões de pessoas trabalham enquanto somente uns poucos ficam cada vez mais ricos.
            Além disso, há muita gente miserável, enquanto os ricos desperdiçam fortunas com o luxo – desigualdade social. É preciso ainda dizer que as fábricas destroem a natureza e provocam doenças porque os empresários não aceitam diminuir seus lucros.

O socialismo
            Para Marx, o capitalismo é tão explorador, desumano e irracional por causa da propriedade privada. Como os burgueses são donos dos meios de produção (das fábricas, das minas, terras, bancos e empresas), eles submetem milhões de trabalhadores. Assim, o capitalismo precisa ser destruído para que os trabalhadores se tornem donos de tudo. O proletariado deve expropriar a burguesia, isto é, tomar dela todos os seus bens. Na nova sociedade, as terras e as empresas pertenceriam à coletividade. Tudo seria de todos e os frutos distribuídos de acordo com o trabalho de cada um. Ninguém teria condições de explorar os outros. Assim, no socialismo há igualdade.
            O capitalismo desenvolveu tanto as forças econômicas que, pela primeira vez, já havia condições de alimentar, vestir e abrigar todas as pessoas. O problema é que, apesar de tanto poder econômico, a maioria da sociedade continua esfarrapada e sem casa decente, ou seja, o capitalismo foi bom para criar riquezas, mas não para distribuí-las. Portanto, Marx e Engels concluíram que seria preciso reorganizar a sociedade para que a economia continuasse crescendo e toda a sociedade pudesse usufruir dos benefícios desse desenvolvimento. Ao invés de uma sociedade baseada na propriedade privada e nos lucros de alguns indivíduos, uma sociedade baseada na propriedade coletiva e no bem-estar de todas as pessoas.
            Essas mudanças seriam provocadas pela luta de classe, ou seja, pelo confronto entre a burguesia e os trabalhadores. Dessa forma, o proletariado tem uma missão histórica: destruir o capitalismo e organizar a sociedade socialista.

            Porém, nem sempre o proletariado está preparado para cumprir esse papel tão importante. A partir do momento em que os trabalhadores tivessem consciência dessa função (consciência de classe), a sociedade se modificaria.

sábado, 9 de maio de 2015

O período minerador

          A descoberta do ouro atraiu muitas pessoas para a região mineradora. Para cá vieram não só pessoas de outras regiões do país, mas também de Portugal.
            Porém, esse aumento rápido de população na região das Minas trouxe alguns problemas: a falta de alimentos e, consequentemente, o aumento do preços dos mesmos, a ausência de moradia e guerra. Esta última ocorreu em virtude do desentendimento entre os bandeirantes paulistas e os portugueses sobre quem seria dono da região mineradora. O nome dado a esse conflito foi Guerra dos Emboabas.
            Assim que o ouro fosse descoberto, quem o encontrasse deveria imediatamente comunicar a coroa. Aquele que encontrasse o ouro teria direito de escolher um lote (data). Os outros lotes seriam distribuídos para quem quisesse explorar. Mas, os lotes de maior tamanho seriam entregues aos proprietários de muitos escravos.
            Portanto, apesar da mineração oferecer aos pobres a possibilidade de enriquecimento, quem mais ganhava dinheiro era os ricos, ou seja, os donos de escravos.

O quinto
            Para arrecadar o ouro, o governo criou vários impostos. Um deles era que aqueles que descobrissem este metal deveriam retirar um quinto dele e enviá-lo a Portugal. Insatisfeitos com esse imposto, as pessoas acabavam escondendo o ouro dentro dos santos, em várias partes do corpo ou até mesmo engolindo-o.

A transferência da capital, a Casa de Fundição e o Caminho Novo
            Esta saída clandestina de ouro do Brasil incomodava bastante Portugal. Para evitar este problema, o governo lusitano adotou várias medidas. Uma delas foi transferir a capital de Salvador para o Rio de Janeiro. Como o Rio fica mais próximo da região das Minas do que Salvador, haveria um maior controle sobre a região mineradora.  Além disso, criou a Casa de Fundição.  A partir deste momento, todo o ouro encontrado deveria ser enviado para este local e lá era retirado o quinto. Criou também o Caminho Novo que era bastante vigiado e determinou que todas as pessoas que iriam para o Rio de Janeiro deveriam passar por este caminho. 

O Tratado de Methuen
            Esse tratado estabeleceu que Portugal compraria tecido da Inglaterra e os ingleses comprariam o vinho dos lusitanos. No entanto, os gastos de Portugal com os tecidos ingleses eram muito maiores do que os gastos da Inglaterra com os vinhos de Portugal. Afinal, as pessoas precisavam mais de roupa do que de vinho. Assim, os portugueses passaram a dever os ingleses. Esta dívida foi paga com parte do ouro do Brasil.

A Inconfidência Mineira
            Nós já estudamos que Portugal cobrava muitos impostos na área mineradora do Brasil. Para piorar as coisas, a Metrópole determinou que a colônia deveria pagar, todos os anos, 100 arrobas de ouro, isto é, 1.500 Kg.
            O problema é que a partir de 1750 a quantidade de ouro diminuiu. As pessoas que aqui mineravam não conseguiam pagar as 100 arrobas anuais. Ficavam sempre devendo uma quantidade que ia aumentando ano após ano.

            A qualquer momento, o rei poderia decretar a derrama, ou seja, a cobrança dos impostos atrasados. Com medo dessa cobrança, alguns homens começaram a pensar: “E se Minas Gerais ficasse livre de Portugal?” Dessa forma, a Inconfidência Mineira foi o plano de libertar Minas de Portugal para que não tivéssemos mais que pagar impostos a esse país. 

domingo, 7 de setembro de 2014

A independência do Brasil





Embora muitos livros didáticos usem este quadro de Pedro Américo (1888) para ilustrar a independência do Brasil, nossa emancipação não aconteceu da forma demonstrada no quadro. Quando ocorreu a nossa libertação de Portugal, em 1822, Pedro Américo nem havia nascido. Assim, ele não presenciou esse episódio. 
É importante lembrar que a independência do Brasil não trouxe muitas mudanças para a população. Prova disso, é que, nove anos após nossa emancipação, algumas pessoas ainda não sabiam que esse evento tinha acontecido. Além disso, depois da nossa libertação de Portugal, continuou existindo a escravidão.

A vinda da família real para o Brasil

O Bloqueio Continental
Como vimos, a Inglaterra foi o primeiro país no mundo a se industrializar. Depois de um tempo, a França também realizou a sua Revolução Industrial. Porém, os produtos fabricados nesta eram muito diferentes daqueles feitos por aquela. Enquanto a Inglaterra especializou-se em produtos básicos como calças, blusas e sapatos, a França produzia artigos supérfluos como perfumes, sedas e porcelanas. Em virtude das pessoas necessitarem mais das mercadorias que eram feitas pelos ingleses, o que estes fabricavam tinham maior vendagem do que aquilo que era feito pelos franceses. Desse modo, a Inglaterra lucrava muito mais do que a França. Com inveja os britânicos, o rei da França, Napoleão Bonaparte, tramou um plano com o objetivo que “quebrar” a Grã-Bretanha. Esse plano foi chamado de Bloqueio Continental. De acordo com ele, todos os países do continente europeu ficariam proibidos de comprarem os produtos que os ingleses fabricavam e vendiam. Porém, dois países da Europa (Portugal e Espanha) desrespeitaram essa ordem dada por Napoleão. Por isso, o rei francês, furioso, mandou que essas nações fossem invadidas. Com medo das tropas da França, a família do rei português e seus auxiliares – mais ou menos quinze mil pessoas – vieram para o Brasil.

Modificações ocorridas por causa da vinda da família real
Nessa época vigorava no Brasil o Pacto Colonial. Apesar de ser chamado de pacto, este acordo beneficiava somente a metrópole. Segundo esse pacto, a colônia só poderia vender seus baratos produtos agrícolas para metrópole, ao mesmo tempo em que era obrigada a comprar desta última aquilo que ela vendia, mesmo que tivesse um preço alto.  Assim, o Pacto Colonial era uma forma que as metrópoles tinham de ganhar dinheiro por meio de suas colônias.
É preciso destacar a Inglaterra tinha a melhor frota mercante do mundo, se ofereceu para trazer os portugueses para o Brasil. Como forma de agradecer aos ingleses pelo “favor” que estes tinham lhe prestado, Portugal permitiu que a Inglaterra vendesse seus produtos no Brasil. Devemos nos lembrar que após a Revolução Industrial, a Inglaterra estava fazendo tantos produtos, que as pessoas que moravam nesse país não estavam conseguindo comprar tudo que era fabricado. Por esse motivo, era preciso arranjar compradores em outras partes do mundo. Portanto, quando os portugueses deixaram que essa nação vendesse suas mercadorias no Brasil, os britânicos ficaram muito felizes. Esse episódio ficou conhecido como abertura dos portos às “nações amigas”. Essa atitude acabou com o Pacto Colonial. Muitos autores consideram que esse foi o início da independência do Brasil.
Além disso, sabemos que hoje nos portos e aeroportos de nosso país existem as alfândegas que são locais de fiscalização que verificam se os produtos que as pessoas estão trazendo para o Brasil estão obedecendo à quantidade permitida (quota). Existem também as tarifas alfandegárias, que são impostos sobre os artigos estrangeiros. O objetivo dessas ações é fazer com que as pessoas comprem mercadorias brasileiras. Isto porque ao comprarmos um perfume importado, por exemplo, estamos gerando empregos e rendendo muito mais dinheiro para o país de onde importamos o artigo do que para o Brasil. As tarifas alfandegárias fazem com que os produtos vindos de outros países fiquem mais caros do que os do nosso, forçando, assim, o comprador a dar preferência aos brasileiros. No período em que estamos estudando já havia as tarifas alfandegárias. Em 1810, novamente, como forma de agradecimento à Grã-Bretanha, Portugal tomou outra medida que favorecia aquele país. Enquanto os produtos de outras nações que eram vendidos aqui pagavam 24% de tarifa alfandegária, os portugueses pagavam 16% e os ingleses 15%. O estabelecimento desses valores aconteceu durante o Tratado de 1810. Veja só! Com isso, as mercadorias inglesas tornavam-se mais barato do que as portuguesas.
Outras mudanças provocadas pela vinda do rei para o Brasil foram a ausência de moradia e o aumento dos preços dos alimentos. Imagine só quinze mil pessoas chegando de uma vez em uma única cidade como aconteceu no Rio de Janeiro. Nessa época, não havia moradias suficientes para abrigar todos os imigrantes. A solução encontrada foi escolher algumas casas para que o rei e seus amigos pudessem morar. Na porta dessas casas ficava uma placa com as letras PR, que significavam príncipe regente. Deve-se destacar que os moradores de nosso país não se sentiam ofendidos quando saíam de sua casa e deixavam que o rei morasse nela. Ao contrário, consideravam que fazer um favor ao rei era um privilégio. Quanto à falta de alimentos, sabemos que aqui não havia quantidade para alimentar todos os novos moradores e, quando a procura aumenta, eleva-se também o seu preço. Algumas pessoas, então, chegaram até a passar fome.

A Revolução Pernambucana de 1817
            É preciso lembrar que as províncias (estados) beneficiadas com a vinda da família real para o Brasil foram aquelas que se localizavam na região sudeste. Devido ao fato de que o rei morava no Rio de Janeiro, muitas medidas por ele adotadas favoreciam não só esta cidade, mas a região sudeste como um todo. Foram criados, por exemplo, o Jardim Botânico e o Banco do Brasil.
            Porém, no Nordeste o mesmo não aconteceu. O fato do rei ter vindo morar no Brasil, não alterou em nada a vida das pessoas dessa região. Continuavam pagando impostos muito caros. Além disso, nesse lugar, a maioria dos comerciantes era portuguesa. Insatisfeitos com essa situação e inspirados nas idéias iluministas estourou uma revolta em Recife. Os manifestantes desejavam que Pernambuco e outras províncias se tornassem independentes do Brasil.
            O odiado governador tinha ordenado algumas prisões. Mas um capitão não as cumpriu e enfiou uma espada no seu comandante. O coronel enviado para castigar esse capitão por tal ato, foi executado pelos soldados. Dessa forma, durante dez semanas Pernambuco foi um país independente.
O novo governo era formado por fazendeiros, comerciantes, padres, militares e juízes. Mas, os revolucionários logo se desentenderam. Alguns queriam abolir a escravidão. Os fazendeiros, entretanto, não concordavam com esse pensamento. Outro motivo de discordância era a permissão de que os mais pobres pudessem votar.
O governo aproveitando-se dessa briga entre os manifestantes entendeu que esse era o melhor momento para derrotar o movimento. Milhares de soldados desembarcaram em Recife e derrotaram os rebeldes.

A Revolução do Porto
            Já estudamos que quando D. João VI veio para o Brasil, ele deixou o povo português em grandes apuros, pois Portugal estava sendo invadido pelos franceses. Assim, o rei abandonou seus súditos no momento em que eles mais precisavam de sua ajuda. Depois de muitas batalhas, os portugueses conseguiram expulsar os invasores franceses de Portugal.
            Em 1820, ocorreu a Revolução do Porto neste último país. Os portugueses exigiam o retorno de D. João VI. Esse ficou protelando sua volta durante uns oito meses. Quando lá chegou, os lusitanos lhe disseram: “Queremos que você seja o nosso rei novamente.” Porém, nessa revolução, o Parlamento de Portugal havia elaborado uma Constituição para esse país. De acordo com essa lei, o poder do rei seria limitado e não mais absoluto como era antes. Essa foi a vingança do povo ao rei que o abandonou em seus momentos mais difíceis.

A independência do Brasil
            Deve-se ressaltar que antes de D. João partir disse ao seu filho D. Pedro I: “Prefiro que você comande o Brasil, antes que um aventureiro o faça!”. Desse modo, aconteceu a independência do Brasil. Vale notar que nesse movimento não houve a participação popular. Além disso, nove anos após a independência, muitas pessoas não sabiam que ela tinha ocorrido. Esse fato nos mostra que esse episódio não melhorou a vida da população brasileira, pois se isso tivesse se realizado as pessoas não esqueceriam. 

Agora, responda às perguntas abaixo:
1) A família real portuguesa veio para o Brasil por causa do Bloqueio Continental. Explique o que foi esse bloqueio.
2) Cite os nomes dos países que desrespeitaram o Bloqueio Continental.
3) Qual foi o país que ajudou a família real e seus ajudantes a virem para o Brasil?
4) Em 1808, quando os portugueses aqui chegaram abriram os portos “às nações amigas”. Dessa forma, eles acabaram com o Pacto Colonial. Explique o que era o Pacto Colonial e como a abertura dos portos acabou com o mesmo.
5) Em 1810, foi decretado o Tratado de Comércio e Navegação. Segundo esse acordo, os portugueses pagariam 16% das tarifas alfandegárias, os ingleses 15% e os outros países 24%. Diga como esse tratado beneficiou os ingleses.
6) Quais foram as mudanças ocorridas em nosso país após a vinda da família real?
7) Por que a Inglaterra, depois de realizar a Revolução Industrial, precisava de novos mercados?
8) Explique qual era o objetivo da Revolução de 1817?
9) O que foi a Revolução do Porto?
10) Comente a seguinte afirmação: “A independência do Brasil modificou profundamente a vida da população brasileira”.


As condições de trabalho na época da Revolução Industrial

O texto a seguir é o depoimento feito ao administrador de uma fábrica. Leia-o e depois responda a pergunta.

P – A que horas da manhã, com tempo bom essas moças chegam à fábrica?
R – Com tempo bom, durante cerca de seis semanas, chegam às três da manhã e saem às dez ou dez e meia da noite.
P – Que intervalos existem entre essas dezenove horas de trabalho para alimentação e descanso?
R – Quinze minutos respectivamente para almoço, lanche e jantar.
P – Alguns desses intervalos é usado para a limpeza das máquinas?
R – Quase sempre, as moças são obrigadas a fazer o que chamam de “pausa seca”; às vezes, a limpeza toma todo o intervalo do almoço ou do lanche.
P – Não há dificuldades para acordar essas jovens depois de um trabalho exaustivo como esse?
R – Há sim; de madrugada é preciso sacudi-las para que acordem.
P – Tem havido acidentes com elas em conseqüência desse trabalho?
R – Sim, minha filha mais velha esmagou o dedo na engrenagem.
P – Perdeu o dedo?
R – Teve de ser cortado na segunda falange.
P – Ela recebeu pagamento durante o acidente?
R – No dia em que aconteceu o acidente, o pagamento foi suspenso.

De acordo com a entrevista, como eram as condições de trabalho na época da Revolução Industrial?
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domingo, 13 de julho de 2014

A Revolução Industrial

            Revolução Industrial foi o nome dado ao período em que as máquinas a vapor foram inventadas. Essas máquinas eram utilizadas para fazer tecidos de lã e algodão.
            Após a criação desses equipamentos, a vida dos homens mudou bastante. Antes, as pessoas faziam roupas de algodão ou de lã à mão. Depois da Revolução Industrial, elas passaram a usar a máquina para confeccioná-las. Como a máquina diminuiu o tempo do trabalho humano, ela causou o desemprego.

De onde vinha a mão-de-obra usada nas indústrias?
            Muitos artesãos, após a invenção das máquinas, não conseguiam vender sua produção. Como esses equipamentos produziam uma grande quantidade, as mercadorias custavam bem mais barato do que aquelas feitas de modo artesanal. Por esse motivo, muitos artesãos foram trabalhar nas indústrias.
            Além disso, para aumentar seus lucros, alguns fazendeiros ocuparam as terras comunais utilizadas pelas famílias camponesas. Esses agricultores ficaram com pedaços de terra tão pequenos que eram insuficientes para a sobrevivência. Assim, não podiam mais trabalhar por conta própria. A saída para esses camponeses foi buscar trabalho nas cidades.
            Essa expulsão dos agricultores do campo para as cidades foi chamada de cercamento dos campos, uma vez que as terras comunais foram fechadas por cercas.

O pioneirismo inglês
            Por que a Revolução Industrial começou na Inglaterra? Durante vários séculos esse país se enriqueceu bastante (acumulação primitiva de capital)  financiando ataques de piratas, vendendo escravos, emprestando dinheiro a juros, vencendo guerras, impondo tratados a outros países. Outra forma dos ingleses conseguirem dinheiro foi pelo Tratado de Methuen, que já estudamos.

A decisão de se industrializar
            O comércio era uma atividade muito importante para os ingleses. Quanto mais comércio havia, maior era a concorrência. Cada comerciante da Inglaterra queria vencer os concorrentes. Para isto, era necessário oferecer produtos mais baratos. Como baixar o preço das mercadorias? Com o uso das máquinas.

De onde vinha a matéria-prima?
            A Inglaterra possuía grandes rebanhos de ovelhas, cuja lã era utilizada para fazer tecidos. Porém, o clima da Grã-Bretanha não permitia o plantio de algodão. Para solucionar esse problema, eles compravam o algodão dos Estados Unidos e da Índia (que eram colônias dos ingleses) e do Brasil (que era colônia de Portugal).

Exercícios:
1) O que foi a Revolução Industrial?
2) Explique quais as mudanças ocorridas após o uso da máquina na produção de tecidos.
3) Copie do dicionário o significado da palavra expropriar.
4) Por que os camponeses foram expropriados de suas terras?
5) Quem eram as pessoas que trabalhavam nas fábricas?
6) Copie do dicionário o significado da palavra pioneiro.
7) O que foi o Tratado de Methuen?
8) Como o Tratado de Methuen favoreceu a industrialização inglesa?
9) Explique por que a Inglaterra foi pioneira na Revolução Industrial.
10) Por que a Inglaterra decidiu se industrializar?
11) Onde os britânicos buscavam a matéria-prima usada nas indústrias?


quinta-feira, 24 de abril de 2014

O Iluminismo

O Iluminismo

            Entre os anos de 1300 e 1750 (antes do Iluminismo), as pessoas achavam que os reis não erravam, pois acreditavam que eles eram os representantes de Deus na Terra. Como Deus não erra, os reis também eram vistos dessa forma. Portanto, o poder dos governantes era absoluto, ou seja, tudo que ele fizessem estava correto.
            Com o passar do tempo, os homens foram percebendo que o imperador errava. Por esse motivo, passaram a usar a razão para criticar, refletir, e mais importante, impedir que o governante tomasse decisões equivocadas (erradas).
Assim, os homens tiveram a ideia de diminuir o poder real dividindo-o em três partes:
Poder Legislativo – faz as leis. No município, as leis são feitas pelos vereadores; no estado, pelos deputados estaduais e no país pelos deputados federais e senadores.
Poder Executivo – cumpre a lei que o Legislativo fez. Os prefeitos executam as leis que os vereadores elaboraram; os governadores aplicam as leis que os deputados estaduais formularam e o presidente coloca em prática as normas criadas pelos deputados federais e senadores.
Poder Judiciário – atua no caso de brigas entre o Legislativo e o Executivo ou brigas entre os cidadãos.
            Essa ideia de dividir o poder real em três partes foi defendida por Montesquieu.
      Rousseau, outro iluminista, dizia que o governo não era vontade divina e sim dos cidadãos. Portanto, quando a população estivesse insatisfeita com os governantes, poderia retirá-los do poder.
           Dessa forma, podemos concluir que o Iluminismo foi um conjunto de idéias propagadas por filósofos e economistas que, ao usarem a razão, pretendiam mudar a realidade. Afirmavam que muitas pessoas não conseguiam enxergar direito a realidade porque não usavam a razão para criticá-la. Desse modo, os “filósofos das luzes” tinham o objetivo de esclarecer os indivíduos. Para eles, essa era a função da educação. Rousseau falava que ninguém nasce egoísta, mentiroso, covarde. “Os homens são produtos da educação que tiveram e da sociedade em que viveram”.
            Outro iluminista foi Locke que defendia o liberalismo econômico. Para ele, o governo não deveria se intrometer (interferir) nos assuntos econômicos. Assim, o estado não deveria ter empresas. Estas deveriam ser de particulares (privadas).
            Adam Smith tinha ideias muito semelhantes as de Locke. O primeiro dizia que na economia existem leis como a da oferta e da procura (quando há muitas mercadorias para vender o preço baixa, e quando há poucas, aumenta). Portanto, Smith criticava a intervenção do estado na economia e defendia a livre concorrência, a liberdade econômica.
            Para a Ilustração, um governo só seria justo quando garantisse a liberdade e a igualdade de todos perante a lei. Por esse motivo, a “Filosofia das Luzes” odiava a Inquisição (que punia os inimigos da Igreja). Os iluministas diziam que qualquer indivíduo tinha direito de escolher a sua religião. Poderiam também ter suas próprias opiniões políticas. Por isso, Voltaire gostava de dizer: “Não concordo com uma só palavra que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de falar livremente.”

Exercícios:
1) Como era o poder do rei antes do Iluminismo?
2) O que Montesquieu sugeriu para diminuir o poder do rei?
3) Explique o que fazem os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário.
4) Quem é o representante do poder Legislativo no Estado?
5) Quem é o representante do poder Executivo no país?
6) Explique as duas ideias defendidas por Rousseau.
7) Cite a ideia de Voltaire.
8) Explique a Lei da Oferta e da Procura.
9) Diga por que, segundo Locke, o Estado não deveria se intrometer na economia.

terça-feira, 18 de março de 2014

Música


No Youtube há um vídeo muito interessante apresentando a paródia cantada pelo professor Dodô sobre a Inconfidência Mineira. Vale a pena assistir! 



Paródia sobre a Inconfidência Mineira
Ritmo: Música Whisky a Go Go (Roupa Nova)

Aconteceu na região das Minas
A descoberta de ouro no Brasil
Prá lá se foram milhares de escravos
Pro coração da terra que se abriu

Nesse cenário surge Tiradentes
E tantos outros: os Inconfidentes
O Iluminismo é forte na Europa
Agora quer libertar o Brasil

Mas, veio a Derrama
Pra roubar nossa nação
Não era fantasia
É a hora da revolução!

A liberdade embora que tardia
Revolução no coração ardia
De Portugal, se separar não faz mal.

Com pensamentos bem republicanos
Do mesmo jeito que se deu na França
Os brasileiros sonham libertassem
Mas os seus planos não concretizaram

Foi Joaquim Silvério dos Reis
Que denuncia a tal Revolução
Então, levaram nosso Tiradentes
Para uma forca, ordem de D. João

Mas, a tal liberdade
Não morreu na forca, não!
Não era fantasia
Era o sonho de uma nação!

domingo, 16 de março de 2014

Charges

Na internet estão disponíveis algumas charges em que Tiradentes é o personagem. Contudo, elas fazem referência aos problemas brasileiros atuais. Analise as charges a seguir e descubra que problemas são estes. 

Charge 1

Charge 2

Charge 3